Gestão de Custos · 6 min de leitura
Como reduzir até 20% dos gastos com viagens corporativas
Viagem a trabalho costuma ser uma das maiores linhas de despesa de uma empresa — e uma das menos controladas. A boa notícia: a maior parte do desperdício é evitável. Veja as 7 alavancas que toda empresa pode ativar.
Na maioria das empresas, o custo de viagem cresce na sombra: cada colaborador reserva como acha melhor, o financeiro só vê a conta no fechamento do mês e ninguém sabe ao certo onde o dinheiro escapou. Estruturar esse processo é o que separa quem gasta demais de quem viaja com eficiência. Abaixo, as sete alavancas mais eficazes.
1. Tenha uma política de viagem clara
Sem regras definidas, cada viagem vira uma negociação. Uma política simples — classe permitida por cargo, teto de diária e antecedência mínima — elimina a maior parte do gasto excessivo. O segredo é que ela seja aplicada automaticamente, e não dependa de boa vontade.
2. Compre com antecedência
Passagem aérea comprada de última hora pode custar duas a três vezes mais. Estabelecer uma antecedência mínima de 7 a 14 dias para viagens planejáveis é, isoladamente, uma das economias mais relevantes que existem.
3. Use o self-booking dentro da política
Quando o colaborador reserva sozinho numa plataforma que já aplica as regras da empresa, a viagem sai mais rápido e dentro do orçamento — sem o vai-e-volta de e-mails que atrasa e encarece.
4. Recupere bilhetes não voados e créditos
Voo cancelado ou remarcado quase sempre gera crédito — e esse crédito costuma vencer esquecido numa caixa de e-mail. Monitorar e reaproveitar bilhetes não voados devolve dinheiro que já era seu.
5. Negocie tarifas corporativas
Hotéis e locadoras oferecem condições melhores para quem tem volume. Uma agência corporativa concentra esse volume e negocia tarifas que a empresa sozinha não conseguiria.
6. Classifique tudo por centro de custo
O que não é medido não é controlado. Quando cada gasto é atribuído a um projeto, departamento ou filial, o gestor enxerga onde está o desperdício e age antes do estouro — não depois.
7. Transforme dados em decisão
Dashboards em tempo real revelam padrões: o destino mais caro, o time que mais gasta, a antecedência média de compra. Com esses números, dá para negociar melhor e criar metas de economia realistas.
Juntas, essas alavancas costumam devolver entre 10% e 20% do orçamento de viagens — sem prejudicar o conforto de quem viaja. O ponto de partida é trocar o controle manual por um processo com tecnologia e atendimento especializado.
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Compliance · 7 min de leitura
Política de viagem: o guia para criar a sua do zero
A política de viagem é o documento que define como, quando e quanto sua empresa gasta para colocar gente na estrada. Bem feita, ela reduz custo, evita conflito e protege a empresa. Veja como montar a sua.
Muita empresa só percebe que precisa de uma política de viagem quando o custo já saiu do controle ou quando surge um atrito — alguém viajou de executiva, outro hospedou num hotel cinco estrelas, e ninguém sabia dizer se podia. Uma boa política antecipa essas situações com regras claras. Veja os blocos essenciais.
O que toda política precisa ter
- Classes por cargo: quem pode voar em executiva, quem viaja em econômica, em quais trechos e durações.
- Teto de diária: limite de valor para hotel e alimentação, idealmente por cidade ou categoria.
- Antecedência mínima: prazo para solicitar viagens planejáveis, garantindo tarifas melhores.
- Fluxo de aprovação: quem aprova o quê, e a partir de qual valor é preciso uma segunda alçada.
- Despesas reembolsáveis: o que a empresa cobre (transporte, refeição, bagagem) e o que não cobre.
- Fornecedores preferenciais: companhias, hotéis e locadoras com tarifa negociada que devem ser priorizados.
Como criar a sua, passo a passo
1. Olhe seus dados. Antes de escrever regras, entenda como sua empresa gasta hoje: destinos, ticket médio, antecedência. A política deve resolver problemas reais, não inventar burocracia.
2. Defina por perfil. Nem todo mundo viaja igual. Diretoria, comercial e operação têm necessidades diferentes — a política deve refletir isso sem virar um cardápio infinito de exceções.
3. Mantenha simples. Uma política que ninguém lê não serve. Regras claras, em poucas páginas, sempre vencem um manual de 40 laudas.
4. Automatize a aplicação. Aqui está o pulo do gato: a política só funciona se for aplicada pelo sistema no momento da reserva. Se depender de cada gestor lembrar das regras, ela vira ficção.
No portal da Plus Viagens, a política é configurada uma vez e passa a valer automaticamente: o que está fora da regra é bloqueado ou sinalizado na hora — sem fiscal, sem atrito, sem planilha.
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Travel Tech · 5 min de leitura
Self-booking: por que sua equipe deveria reservar sozinha
Deixar o colaborador reservar a própria viagem parece arriscado — mas, com a tecnologia certa, é mais rápido, mais barato e mais seguro do que o processo manual. Entenda.
Self-booking é a possibilidade de o próprio colaborador pesquisar e reservar passagem, hotel e carro numa plataforma — em vez de pedir por e-mail e esperar alguém resolver. O receio de muitos gestores é óbvio: "se cada um reserva sozinho, perco o controle". Acontece o contrário.
Por que funciona
- A política vai junto: a plataforma só mostra opções dentro das regras da empresa. O colaborador tem liberdade — mas dentro de uma cerca.
- Mais velocidade: a viagem que levava dias de troca de e-mails sai em minutos.
- Menos trabalho operacional: o financeiro e o RH param de ser intermediários de reserva e voltam a cuidar do que importa.
- Aprovação ágil: o gestor recebe o pedido pronto e aprova em um clique pelo celular.
- Rastreabilidade total: cada reserva fica registrada, com quem pediu, quem aprovou e quanto custou.
E o suporte humano?
Self-booking não significa abandonar o colaborador. Na Plus Viagens, a autonomia da plataforma é combinada com atendimento 24h: para o simples, ele resolve sozinho; para o complexo — uma remarcação de madrugada, um imprevisto no aeroporto — tem gente de verdade para ajudar.
O resultado é o melhor dos dois mundos: a agilidade do digital com a segurança do atendimento especializado. É assim que as empresas modernas tiram a burocracia da viagem sem perder o controle.
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